terça-feira, 13 de abril de 2010

SÉRGIO LONGO, ARTISTAS VIVOS E A ARTE BRASILEIRA - LÍBANO MONTESANTI CALIL ATALLAH



GRUPO EM TRÊS NO MuBE
SÉRGIO LONGO, LUIZ CARLOS FERRACIOLI E LÍBANO MONTESANTI CALIL ATALLAH.

TRÊS ARTISTAS BRASILEIROS 
 
Neste domingo os artistas estiveram presentes na Feira de Antiguidades e Design do MuBE, para discutirem sobre os rumos que os Artistas Vivos irão tomar nos próximos tempos. O lógico é admitir que a importância que lhes é devida deverá acontecer ainda em vida.
O Artista Vivo, realmente pode justificar e valorizar seu trabalho na medida em que o autentica. Enriquece as coleções publicas e particulares, diz como, onde e porque elaborou o trabalho. Isso vale.
Vejam até agora parece que tudo isso é justificativa para um ostracismo injusto, pois que o artista nada leva em seu rico período de vida. Se tudo fosse normal, o óbvio seria ser muito mais rico.
Sérgio Longo afirma que já está passando o tempo de se criar um Museu dos Artistas Vivos, MAVI, Ferracioli afirma o quanto é importante esse Projeto. Eu pedi que na nova Lei Rounet os artistas em atividade tenham privilégios que antes era somente dado aos que já morreram e que por piada do destino são os que mais se comercializa e valoriza.
O fato é que está plantada a semente que os brasileiros que respeitam a arte, não hão de deixar morrer.
Sergio Longo
Paulistano de nascimento, Sergio Longo criou-se no município de Mauá, na grande São Paulo, onde deu seus primeiros passos nas artes plásticas, influenciado por seu irmão mais velho, oleiro e ceramista.
Autodidata, recebeu a influência de grandes mestres paulistas, mas principalmente dos artistas do movimento europeu dos anos 50, denominado “abstração lírica”.
Incentivado pelos mestres Carpentiere e Aldo Cardarelli, passa a dedicar-se a pintura de forma mais objetiva. Concomitantemente, inicia suas atividades como professor, ministrando cursos de arte acadêmica e estudos de restauração e identificação de obras de arte.
Mais tarde, juntamente com o pintor Costa Junior, funda a Sergio Longo Galeria de Arte, em cujo atelier passa a dar aulas de pintura, que são frequentadas por alguns dos grandes nomes da pintura atual. Estes cursos viriam a gerar um dos maiores movimentos artísticos do Estado de São Paulo, que ficou conhecido como “Grupo Sergio Longo de Pintores”.
Atualmente, a sua atuação como professor resume-se a realização de palestras e oficinas em universidades, escolas e empresas, transmitindo sua experiência profissional e os conceitos baseados no seu livro “A sabedoria artística”.
O grande tema que permeia a sua obra é o Tempo. E o elemento que sobressai na criação na história do tempo é o RELÓGIO. Na história da humanidade, o tempo é visto não de uma forma obsessiva, mas como o fator de sedução e encantamento capaz de unir as forças criativas de continuidade e conclusividade pictórica. O desafio é instigar o espectador a tornar-se cúmplice não somente da obra, mas do próprio artista.
Luiz Carlos Ferracioli
Pintor, Luiz Carlos Ferracioli nascido em Mococa / SP em 1949 cursa desenho básico por correspondência na Escola Panamericana de Arte, em 1965. Dois anos mais tarde, ingressa no Seminário San Francisco, em Campinas, onde se familiariza com os grandes mestres da pintura e volta-se para os temas bíblicos. A partir de 1969, sai definitivamente do seminário e dedica-se exclusivamente à pintura, desenvolvendo em suas obras temas como a Guerra do Vietnã, racismo e filosofia hippie. A partir de 1970, participa da Feira de Arte da Praça da República, São Paulo, e integra o movimento Arte e Pensamento Ecológico.
Pintor renomado e Catalogado nos principais índices de Artes Plasticas. - HISTÓRICO DO ARTISTA 1974 - Semana de Arte de Capivari - Capivari - SP 1975 - Galeria AMI - Belo Horizonte - MG . 1980 - Academus Galeria - São Paulo - SP ,br. 1981 - Arte Atual no Brasil-Rádio Hotel - Serra Negra - SP 1982 - Centro Cultural S.Paulo - São Paulo Gerot Galeria - São Paulo Galeria de Arte Cades - São Paulo 1983 - Portal Galeria - 50 anos de Surrealismo - São Paulo André Galeria - Shopping Norte - São Paulo 1985 - Othon Palace Hotel - Rio de Janeiro - RJ 1986 - Monopólio Galeria - São Paulo - SP Multiarte Galeria - São Caetano - SP Anima Galeria - São Paulo Galeria Chelsea Mofarrej Sheraton Hotel - São Paulo - SP 1987 - Ilha Porchat Clube - São Vicente - SP Arte Correa - Curitiba - PR Aleph Artes Plásticas - São Paulo 1991 - Bric-a-Brac Galeria de Arte - São Paulo 1988 - Bric-a-Brac Galeria de Arte - São Paulo - SP 1992 - Mofarrei Sheraton Hotel - São Paulo - SP 1993 - Buffet Érico - São Paulo Espaço Cultural Galeria Santista - Santos - SP 1994 - Bric-a-Brac Galeria de Arte - São Paulo - SP Empório de Quadros - São Paulo - SP Joquei Clube - São Paulo - SP 1997 Brie-a-Brac Galeria de Arte - São Paulo - SP 1998 Tênis Clube - Alphaville - São Paulo - SP Bric-a-Brac Galeria de Arte - São Paulo - SP 2000 - Galeria Época - Goiânia 2002 - Mostra de Arte Casa de Apoio Granja Viana - São Paulo Participações internacionais 1972 - tiragens de serigrafias exportadas para a Alemanha pela kompass 1973 - Galeria D'Azenglio - Bolonha - Itália 1985 - Centro Cultural de Tokuyama - Japão 1996 - Abney Gallery - New York - USA 2001 - Diversas Coletivas - Dallas - Texas - USA Possui trabalhos em coleções particulares na Europa,Japão, Canadá e USA *Catalogado no dicionário Artews Plásticas Brasil (Júlio Lousada).
Líbano Montesanti Calil Atallah

Natural de São Paulo onde atuou como bibliófilo, antiquário, publicou jornais, escreve crônica, hoje escreve como educador. Sempre como artista plástico, de inicio como acadêmico, depois como surrealista e agora como abstracionista. Pintor experiente premiado duas vezes no Salão Paulista de Belas Artes, conforme comentário do secretário de estado de cultura Marcos Mendonça, está entre os maiores do Brasil colocando-se entre Brecheret, Tarsila, Malfatti, Di e outros.
Formado pela Universidade de Belas Artes. Participou de exposições: mostra “Artistas Jovens 82”, Galeria Cultura. Salão de Artes Plásticas de Arujá em 97, Caixa Econômica Federal em 97, Secretaria de Cultura de Itaquaquecetuba, onde tem obras expostas permanentemente em seu museu. Editou o jornal “Ars Antiqua”, Expôs no Mogi Shopping Center em 97, ministrou aulas de pintura e desenho. Participou do Mapa Cultural Paulista em 98. Em 1999 ficou entre os finalistas do Mapa Cultural Paulista. Premiado no Salão Paulista de Belas Artes ano2000, e em 2001. Participou da Bienal do Alto Tiete em 2001. Mostra dos Artistas Premiados em Santos no SESC. Estilos e formas e Contemporaneidade em 2002. Salão Pré-Bienal de Arte do Alto Tiete em 2003, Bienal de Arte do Alto Tiete em 2004, em 2005 participou com seus trabalhos de varias exposições de leilões de artes, em diversas galerias de arte em São Paulo. Em 82 publica a obra “São Paulo de Piratininga”, em 1985, “Brasília”. Faz aprovar projeto “Siglo XXI” pelo MEC em 1995.

Minhas obras estão sendo produzidas dentro do “Projeto Chaleira”, é produto de trabalho coletivo, onde muitas pessoas interferem buscando um resultado estético. Retrato da atualidade turbulenta, caótica e sem perspectiva.
Sou artista plástico, formado pela Universidade de Belas Artes de São Paulo, já participei de muitas exposições, obtive dois prêmios no "Salão Paulista de Belas Artes", participei das duas Bienais do Alto Tietê, estarei na terceira, etc.
Publiquei a obra “São Paulo de Piratininga” em 1982. Sou bibliófilo, antiquário, professor titular de cargo, em São Paulo.
Escrevo, no momento, sobre educação, para a revista “Destaque” com publicação mensal de 15000 (quinze mil exemplares).
Hoje, 2010 o artista ministra, aulas de Arte na Escola Professor Esli Garcia Diniz, em Arujá. Membro do Grupo Bienal do Alto Tietê, junto com Nerival Rodriguez, Lúcio Bittencourt e Mauricio Chaér e do Grupo Em Três no MuBE com Sergio Longo, Ferracioli e presidente da 
TV ARTPONTO.


A REVISTA É UM ÓRGÃO DA
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Líbano Montesanti Calil Atallah